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Dores no corpo se intensificam durante o inverno?

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) define a dor como uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais, bem como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão real ou potencial. No entanto, é uma experiência pessoal, pois a intensidade da dor é vivenciada de forma diferente por cada indivíduo.

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) define a dor como uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais, bem como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão real ou potencial. No entanto, é uma experiência pessoal, pois a intensidade da dor é vivenciada de forma diferente por cada indivíduo.

Durante o inverno, as queixas de dores são mais frequentes, principalmente nas articulações e ossos. No frio, os músculos permanecem constantemente em estado de defesa, contraindo involuntariamente com o objetivo de aumentar a temperatura. Isso pode levar a deficiências no fluxo sanguíneo, resultando em redução do metabolismo, encurtamento das fibras musculares, diminuição da massa e da força muscular, restrição articular, alterações biomecânicas e, consequentemente, maior dificuldade do corpo em realizar certos movimentos, além de mudanças posturais.

A circulação sanguínea no corpo é prejudicada pelas baixas temperaturas, que causam vasoconstrição. A necessidade de aquecer a musculatura leva a contrações, deixando algumas partes do corpo mais sensíveis à dor. Nas articulações, o líquido sinovial se torna mais espesso com o resfriamento do corpo, podendo limitar os movimentos e causar desconforto, relata ele, enfatizando que as dores causadas pelo frio são mais intensas em pessoas sedentárias, que têm os músculos mais fracos e encurtados.

A artrose, por exemplo, é uma doença  que geralmente se agravam durante o inverno. A prática regular de exercícios é muito importante e não deve ser interrompida nessa estação. É bastante comum que isso ocorra, por exemplo, com pessoas que praticam natação e evitam a piscina em dias frios. Nesses casos, é recomendado substituir a atividade por outra, como caminhar, por exemplo.

Cortrel - Clínica Ortopédica

ENDEREÇO: Avenida Ataulfo de Paiva, 734 A - Leblon - Rio de Janeiro
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Importância da Fisioterapia no Tratamento da Entorse no Tornozelo

A torção no tornozelo é uma das principais razões pelas quais as pessoas de todas as idades procuram um ortopedista. Afinal, são lesões que ocorrem diariamente, a partir de um passo em falso, um escorregão ou mesmo um tropeço. No entanto, o que parece ser algo comum e passageiro pode se tornar um problema maior se não for tratado adequadamente.

Qualquer pessoa está sujeita a passar por isso. Às vezes, um simples passo em falso é o suficiente para causar uma torção no tornozelo, ou seja, uma lesão nos ligamentos. Temos três graus de lesão:

  • um simples estiramento;
  • uma ruptura parcial;
  • uma ruptura total.

Em todos os casos, temos opções de tratamento, com medicamentos e, em alguns casos, imobilização seguida de fisioterapia. É crucial que um especialista seja consultado para evitar o agravamento do problema. Além disso, vale ressaltar que um problema bastante comum e sério: é que muitas vezes, o paciente segue o tratamento, mas abandona a fisioterapia assim que recupera o movimento.

A fisioterapia é fundamental nesses casos. É extremamente importante para recuperar a estabilidade do tornozelo. Não prescrevemos fisioterapia apenas para aliviar a dor. Ela desempenha um papel essencial na recuperação das articulações e na prevenção de lesões mal curadas. É preciso seguir o que o médico estabeleceu, inclusive para evitar novos problemas na região afetada.

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Dores crônicas pioram no inverno?

A dor crônica afeta aproximadamente 37% da população brasileira, o que equivale a quase quatro em cada dez brasileiros, persistindo por mais de três meses. De acordo com uma pesquisa conduzida pela Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), a maioria desse grupo é composta por mulheres, com uma média de idade de 41 anos, residentes nas regiões Sul ou Sudeste.

As dores crônicas mais comuns, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, estão relacionadas a problemas na coluna vertebral, seguidas por dores de cabeça e dores associadas a diferentes tipos de câncer. As dores nas articulações, decorrentes de doenças reumáticas, também são bastante frequentes e levam muitas pessoas a buscar a ajuda de especialistas, especialmente durante o inverno.

Pacientes que sofrem de artrose, por exemplo, podem enfrentar restrições de movimento devido às dores crônicas. Atividades simples do dia a dia, como pentear os cabelos ou escovar os dentes, muitas vezes se tornam penosas ou até mesmo impossíveis de serem realizadas. Essa situação se agrava durante o inverno, pois as dores crônicas têm a tendência de se intensificar nessa estação, não sendo apenas uma coincidência. As pessoas tendem a se retrair e a ficar tensas devido ao frio, adotando uma postura mais curvada, muitas vezes sem perceber. Além disso, é comum interromperem suas atividades físicas regulares. É essencial manter a prática de exercícios físicos e garantir que estejam bem agasalhadas ao caminhar. 

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